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Carta Conjunta do Crp-03 e SINPSI às/aos gestoras/es alertando para ampliação dos serviços psicológicos, através da prática profissional remunerada, no âmbito do poder público

O Conselho Regional de Psicologia da Bahia – 3ª Região (CRP-03) e o Sindicato das/os Psicólogas/os da Bahia (SINPSI-BA) enviaram nesta terça-feira (31) Carta Conjunta às/aos gestoras/es orientando sobre o oferecimento dos serviços de Psicologia, levando em consideração a valorização da profissão de psicóloga/o.

No documento, o CRP-03 e o SINPSI alertam que a garantia do desenvolvimento da atuação qualificada e ética está diretamente ligada à valorização da profissão. Neste sentido, destacam o papel do poder público municipal, estadual e federal nos processos de estruturação dos serviços de atendimento e suporte remotos, neste momento de crise e adversidades ocasionadas pelo avanço da doença no Brasil. 

“Percebemos que os diferentes poderes têm demonstrado o reconhecimento da importância da profissão, todavia as propostas surgidas têm transitado no campo do voluntariado em Psicologia, o que incide numa desvalorização da profissão de psicóloga/o”, diz trecho da Carta.

O documento recomenda que para suprir a necessidade de profissionais de Psicologia, a Prefeitura Municipal de Salvador avalie a imediata contratação destas/es profissionais para contribuir no enfrentamento desta pandemia.

“Há municípios com concursos vigentes no estado, inclusive o município de Salvador possui concurso em fase de homologação, além de serem viáveis contratações temporárias, especialmente em períodos de crise”, lembra trecho da carta.

Por fim, o CRP-03 e o SINPSI reiteram, no documento, a defesa ao emprego formal, à contratação e à valorização profissional, frente à lógica imediatista de demandar da sociedade civil a implicação numa responsabilidade pública ao defender e incentivar o voluntariado.

“A prática de voluntariado e contribuições da sociedade civil devem acontecer, de forma espontânea por parte de organizações da sociedade civil (OSC/ONG) e até mesmo de iniciativa de profissionais específicas/os. Entendemos que este movimento é totalmente legítimo, porém, no âmbito do poder público, cabe às/aos gestoras/es a organização e a ampliação dos serviços, através da prática profissional remunerada, com garantia de direitos trabalhistas, sendo esta a postura que o Sindicato das/os Psicólogas/os da Bahia (SINPSI-BA) e o Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03) defendem inequivocamente”, finaliza a Carta.

Leia na íntegra: