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CRP-03 aproveita a data para manifestar apoio no combate ao preconceito contra pessoas com nanismo

Somente no ano de 2017 foi sancionada a Lei 13.472, que estabelece o dia 25 de outubro como “Dia Nacional de Combate ao Preconceitos contra Pessoas com Nanismo”, objetivando conscientizar a sociedade para relações mais equânimes, oportunidades de trabalho com dignidade e que não ridicularize essas pessoas, e construção de políticas públicas que assegurem a acessibilidade e autonomia das pessoas com nanismo.

O Nanismo é classificado como deficiência física, decorrente de condições genéticas, caracterizado pela baixa estatura se comparada com a média da população de mesma idade e sexo. A condição de nanismo, no Brasil, é reconhecida como deficiência física desde 2004.

O Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03) conta com o Grupo de Trabalho Psicologias para Pessoas com Deficiência (GTPCD), por meio do qual, dentre outras pautas, vem chamando a atenção para uma prática profissional anticapacitista.

Termo recente e pouco discutido, o capacitismo é caracterizado pelo preconceito e discriminação contra a Pessoa com Deficiência (PcD). O GTPCD destaca a urgência de promoção de ações informativas à sociedade, e à categoria de psicólogas/os, sobre esta violência, e suas respectivas consequências disciplinares (enquanto profissional) e penais.

“O CRP-03 é contra todo e qualquer tipo de preconceito e discriminação que viole os Direitos Humanos, e manifesta seu apoio no combate ao preconceito contra pessoas com nanismo. As barreiras sociais estabelecidas pela falta de acessibilidade que contemplem a baixa estatura de pessoas com nanismo, a ridicularização, infatilização e uso da sua imagem para divertimento em eventos e programas de humor, acabam intensificando os estigmas e contribuindo para a violação, naturalizada, dos seus direitos”, destaca o GTPCD.

Falar sobre o capacitismo e estratégias de enfrentamento é também uma ação que proporciona uma maior visibilidade às Pessoas com Deficiência, que histórica e estruturalmente foram, e ainda são, invisibilizadas, negligenciadas e violentadas pela sociedade.