Publicado em 15 maio de 2021 às 14:59
A data foi instituída em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e, desde então, vem chamando a atenção da sociedade que existem diversos tipos de configurações familiares e que todos devem ser respeitados.
Neste sentido, conforme consta no Caderno de Deliberações do 10º do Congresso Nacional da Psicologia (CNP), reiteramos o posicionamento da Psicologia quanto à garantia dos direitos das pessoas com deficiência, mulheres, crianças e adolescentes, jovens, idosos, população negra, indígena, ribeirinha, quilombola, de terreiro, comunidades tradicionais, pessoas em situação de rua, pessoas convivendo com HIV/AIDS, população carcerária, adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, pessoas atingidas por fenômenos migratórios, pessoas afetadas por emergências e desastres, e LGBTI+ (garantindo o uso do nome social e, especialmente, o direito de autoatribuição da identidade de gênero de pessoas trans), entre outras.
Em tempos de pandemia, que impõe inúmeros desafios, inclusive no convívio familiar, o Conselho Regional de Psicologia da Bahia destaca a importância da atuação da Psicologia no que diz respeito às famílias vulneráveis e àquelas que passaram à situação de vulnerabilidade em função da pandemia.
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